domingo, agosto 29, 2010

Parabéns a você...............

Ovar, 29 de Agosto de 1992.

Tinha chegado a hora e a pirralha queria ver a luz do dia. Por volta das 2h30m, decidiu que eu tinha de acordar pois já não estava satisfeita na grande bolsa de líquido em que foi sendo gerada. Lá me levantei, dei umas voltas pela casa, e voltei novamente para a cama. Não dava mesmo para dormir e chegou a vontade de ir à casa de banho. A carochinha estava impaciente e a mãe achou que ela queria sair naquela hora e vá de se sentar no bidé para a queda não ser tão grande. Santa ignorância! Liguei com a parteira, contei como estava, o que sentia e lá fui até ao Porto para que fosse observada no Hospital da Ordem da Lapa. Seis horas da manhã, o parto já a correr e nada de dilatação para se dar a expulsão. Aguardei que o Sr. Dr. chegasse e às 8.00h já estava a soro. Aí é que foram elas! Se até então não sentia praticamente nada, daí para a frente foi um tal acelerar que nem dava para contar o intervalo de tempo entre cada contracção. Sempre calma e a perguntar o que podia fazer para ajudar, apenas me queixava com fome e sede. As informações eram sempre as mesmas: ainda está demorado, tem pouca dilatação. Eis senão quando, eu pedi para me levarem do quarto porque já não aguentava mais estar a apertar. O Dr. chegou novamente ao pé de mim e foi num ápice que a minha cama chegou à sala de partos. Mudei para a mesa, ainda à moda antiga, e foram só três puxadelas a garrar os joelhos e lá sai a carochinha, às 11h45m, sem dar um pio. Fiquei preocupada, nem sequer a vi, foi logo de imediato para a aspiração, sem que a avó Lucinda a perdesse de vista por um só segundo e sempre a perguntar o que era isto e aquilo que lhe iam fazendo.

E foi assim, que há 18anos, nasceu o meu tesouro e a minha razão de viver e lutar. O tesouro que me deu a maior força do mundo, quando com 13 anos apenas, lhe disse que tinha cancro da mama.

Obrigada filhota, pela força e pelos momentos muito bons que temos vivido juntas.

Parabéns à Lia, à Carla Pedro e ao André Filipe.

quinta-feira, agosto 26, 2010

Desta já me safei


Ontem conheci mais um hospital. Quando entrei, tive a sensação que estava no átrio de um hotel daqueles que têm uma catrefada de estrelas. Mas não. É o Instituto CUF na Senhora da Hora (Matosinhos).
Fui lá para fazer uma TAC e uma Ressonância à coluna. O médico achou por bem fazer a TAC à lombar, porque tenho tido algumas dores e o nervo ciático tem chateado um bom bocado. A RN já há dois anos que está para ser feita, porque as minhas estimadas hérnias estão a fazer pressão na medula. Como entrar naquela coisa comprida e estreita para mim não dava, ( já saí duas vezes da sala e não fui capaz de fazer) por causa da minha claustrofobia, Como  neste hospital  existe a máquina de campo aberto, foi a solução para se poder saber como anda esta colunável.
Gostei da recepção e do atendimento e recomendo. Também aqui existe a valência de oncologia e é neste hospital que fazem radioterapia muitos dos doentes tratados em Santa Maria da Feira.
Agora, resta-me aguardar pelos resultados que estão prontos já na próxima segunda-feira e depois se verá qual o tratamento mais adequado para esta colunável de meia-tigela.
Enquanto isso, hoje como o dia não está lá grande coisa, mas óptimo para passear, vou fazer a marginal desde Espinho até à Foz, para mostrar a zona de praias e esplanadas à Margarida e ao seu apêndice, a Maria dos olhos lindo.
Um resto de semana feliz e aguardem por mais notícias.

terça-feira, agosto 24, 2010

Hoje foi dia de consulta

Hoje foi mais uma ida à consulta no hospital. Esta, um bocadinho diferente da habitual, porque a Margarida me veio buscar a casa. Já não era sem tempo! Não fiquem já todas eufóricas, porque quando desci já estava sentada no lugar do pendura. Por esta está desculpada, até porque foi de manhã na hora de ponta e já estava um bocadinho atrasada.

Mais uma vez nova médica, por sinal muito atenciosa e simpática. Os resultados estão dentro dos conformes, outra coisa não se esperava, apenas a Margarida tem que fazer exames mais cedo, em função de os marcadores serem mais altos que os meus e os nódulos da mama esquerda por lá andarem. Não vamos deixar de tomar a dolorosa tão cedo, porque ainda estamos umas meninas e a menopausa não quer nada com estas pestes.

Para 2 de Novembro consulta, já com exames realizados e mais picadela na barriga. Toma que já ceaste.

Com tanta boa notícia, tinha que haver um senão. O colesterol das meninas está muito alto, mais o meu dos bolitos, mas os triglicerídeos da Margarida estão descontrolados, o que nos levou a fazer um acordo com o doutor: todos os dias temos de ir andar a pé uma hora.

Para não faltar ao prometido, aí vamos nós agora e amanhã dou notícias da ressonância que vou fazer.

sexta-feira, agosto 13, 2010

Para quem tem receios das sextas-feiras dia 13

Crença de que o dia 13, quando cai em uma sexta-feira, é dia de azar, é a mais popular superstição entre os cristãos. Há muitas explicações para isso. A mais forte delas, segundo o Guia dos Curiosos, seria o fato de Jesus Cristo ter sido crucificado em uma sexta-feira e, na sua última ceia, haver 13 pessoas à mesa: ele e os 12 apóstolos.


Mas mais antigo que isso, porém, são as duas versões que provêm de duas lendas da mitologia nórdica. Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa.

Segundo outra lenda, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem à palavra friadagr = sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a lenda transformou Friga em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demónio. Os 13 ficavam rogando pragas aos humanos.

O número 13

A crença na má sorte do número 13 parece ter tido sua origem na Sagrada Escritura. Esse testemunho, porém, é tão arbitrariamente entendido que o mesmo algarismo, em vastas regiões do planeta - até em países cristãos - é estimado como símbolo de boa sorte. O argumento dos optimistas se baseia no fato de que o 13 é um número afim ao 4 (1 + 3 = 4), sendo este símbolo de próspera sorte. Assim, na Índia, o 13 é um número religioso muito apreciado; os pagodes hindus apresentam normalmente 13 estátuas de Buda. Na China, não raro os dísticos místicos dos templos são encabeçados pelo número 13. Também os mexicanos primitivos consideravam o número 13 como algo santo; adoravam, por exemplo, 13 cabras sagradas. Reportando-nos agora à civilização cristã, lembramos que nos Estados Unidos o número 13 goza de estima, pois 13 eram os Estados que inicialmente constituíam a Federação norte-americana. Além disso, o lema latino da Federação, "E pluribus unum" (de muitos se faz um só), consta de 13 letras; a águia norte-americana está revestida de 13 penas em cada asa.

Pessoalmente, gosto muito do dia 13 porque me faz recordar coisas muito boas e especialmente numa sexta-feira.

terça-feira, agosto 10, 2010

Ainda o fim-de-semana...

Como muitas das meninas estão curiosas quanto às diabruras que supostamente foram feitas, não podia deixar de satisfazer tão aguda curiosidade. Não foram daquelas de sermos expulsas de lado nenhum nem de acabarem os rituais mais cedo por estarmos menos bem comportadas. Desta feita entrámos numa brincadeira mais individual fazendo com que todos tivessem a sua participação no resultado final que era mesmo a gargalhada.


Ora então durante os banhos e como o calor apertou muito, aproveitámos para uma lavagem mais geral e refrescar as vestes. Sais, calças e saiotes foram ao banho mas de imediato secaram. O bendito chá, tinha algo de anormal, porque pôs a Paula em meditação e perfeito equilíbrio de malga. Durante o jantar com os frades, houve muita concentração e os melhores lugares foram os nossos, não fosse já eu repetente naquelas andanças. Apenas uns percalços de ocasião. Ainda estou para saber como apareceu uma colher de pau na minha carteira e o guardanapo (toalha de limpar as mãos), virou lenço da cabeça. Mais umas outras coisitas sem grande importância que nem demos por acontecer.

Já de regresso a casa, por volta da uma e tal da matina, a Nela e o Paulo foram fazer naninha e as galdérias e os galdérios restantes acabaram a noite numa esplanada bem no meio da ria a comer crepes e gelados. Foi realmente um sábado recheado e mais faríamos se mais horas houvesse no dia.

domingo, agosto 08, 2010

Segunda volta à Feira Medieval

Este fim-de-semana foi mais uma vez pleno de emoções e um matar de saudades.
Mais visitas e mais Feira Medieval. Já começo a ser suspeita a fazer tanta publicidade a estas festas que o melhor mesmo é deixar para convidadas a descrição de tal evento.
Apenas posso dizer que foram mais uns momentos de muito bom convívio e que até o Comandante, teve os parabéns cantados em coro, via telemóvel, por todos nós.
Desta vez as diabruras também aconteceram um pouco mais comedidas porque as máquinas de filmar e fotografar foram um impeditivo. O jantar no convento foi mais uma vez agradável de tal forma que os elementos da organização ainda se lembravam que eu já lá tinha estado na semana passada.
As reportagens ficam para as outras meninas, apenas aqui fica a foto do lava-pés, para que possam adivinhar a quem pertence cada pé e respectiva perninha.

quinta-feira, agosto 05, 2010

Como se brinca com o medo da mulher perante o cancro

Falsas médicas levam mulheres a actos sexuais

O Ministério Público do Porto tem recebido várias queixas de mulheres enganadas por falsas médicas que as induzem a praticar actos de cariz sexual durante conversas telefónicas. Houve quem se sujeitasse a filmar as auto-apalpações em videochamada.


As vítimas são de todo o país e as primeiras queixas chegaram ao Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) do Porto em 2006. As alegadas médicas dizem trabalhar em diferentes hospitais da região do Porto. O "S. João" é um deles e, na semana passada, o nome da instituição voltou a ser envolvido num telefonema com conotação sexual.

António Ferreira, presidente do Conselho de Administração do S. João, alerta as mulheres para não se deixarem enganar e pede para, no caso de receberem algum telefona semelhante, contactarem de imediato o hospital, que "encaminhará as queixas para as autoridades", tal como já fez com os relatos anteriores.

No S. João, os primeiros dois casos remontam a 2008. Depois, houve um período de acalmia, mas os telefonemas recomeçaram no final de 2009. Em Abril deste ano, o hospital enviou para o Ministério Público quatro queixas formais apresentadas pelas vítimas. Agora já tem sete reclamações escritas, mas sabe-se que há outras tantas mulheres que não quiseram expor o problema.

Regra geral, o contacto é feito para o telemóvel pessoal da vítima por alguém que diz ser médica do Centro de Oncologia do Hospital de S. João, a marcar uma consulta para o dia seguinte. As testemunhas referem ter ouvido mais do que uma voz feminina do outro lado da linha. A principal interlocutora, baseada em pormenores clínicos verídicos e resultados de exames ou colheitas de sangue, assusta a vítima, dizendo-lhe que suspeita de cancro na mama, no útero ou nos ovários, dependendo dos casos relatados.

Ainda abaladas pela notícia e convencidas de que estão a falar com uma médica, as mulheres aceitam fazer durante o telefonema um exame ao corpo, nomeadamente apalpação da mama ou dos órgãos genitais. A suposta médica "vai perguntando se gosta ou se dói" e indagando sobre a vida sexual das mulheres, contou Carla Oliveira, responsável adjunta do gabinete do utente do Hospital de S. João. Antes do "exame", pergunta se as vítimas têm telemóveis modernos com possibilidade de videochamada. Uma das visadas aceitou filmar-se.

Por fim, as falsas médicas dizem às vítimas para se apresentarem numa consulta no dia seguinte no S. João, com uma amostra de urina, umas cuecas usadas e acompanhadas do marido. Algumas só percebem que foram enganadas quando chegam ao hospital e lhes é dito que não existe qualquer médica com aquele nome, nem consulta marcada. Segue-se a indignação, a revolta, a vergonha e o medo de que as conversas tenham sido gravadas.

Conhecem historial clínico

Segundo Carla Oliveira, as sete mulheres que apresentaram queixa formal não são utentes do S. João, têm cerca de 30 anos, e não sofrem de patologia oncológica. No seu historial clínico há, contudo, algum problema prévio que torna credível o desenvolvimento de um cancro, tal como um nódulo numa mama, quistos nos ovários ou a utilização de um dispositivo intra-uterino (DIU). A maioria vive na Área Metropolitana do Porto, uma é de Braga e outra de Ponte de Lima. Três delas mencionaram terem doado sangue recentemente, uma das quais num centro comercial.

As chamadas são feitas a partir de um telemóvel, cujo número vem identificado. Em todos os casos, foi impossível retomar o contacto porque dá sinal de desligado.

Esta notícia foi retirada do Jornal de Notícias de hoje, 5 de Agosto.
Ao que se chega!!!!! Muito mau gosto brincar com a integridade de cada um.

terça-feira, agosto 03, 2010

Estou que nem posso

Mais uma vez, hoje de tarde voltei à Feira Medíeval com a Margarida e uma amiga. Estava-se bem, a avalanche ainda não tinha chegado. Assistimos a mais uma das encenações de lutas da época e como ainda não tinha comida as minhas deliciosas Papas de Sarrabulho, foi hoje o meu jantar. Enquanto não acabar esta bendita Feira, não posso baixar o meu "castrol". Para quem não conhece este delicioso manjar, aqui vai a receita.

Papas de Sarrabulho

Ingredientes:
Para 6 pessoas

250 g de fígado de porco
250 g de bofes de porco
250 g de goelas de porco
250 g de coração de porco
1 osso da suã de porco, muito curado
250 g de galinha gorda
250 g de carne de vaca
250 g de sangue de porco cozido
2 tigelas de farinha de milho peneirada (cerca de 250 g)
sal e cominhos

Confecção:

Põe-se uma panela com água ao lume e, quando ferver, juntam-se as carnes, temperam-se com sal e deixam-se cozer até a galinha se desfazer.
Depois de cozidas, retiram-se as carnes e junta-se ao caldo a farinha para fazer uma papa não muito espessa, o sangue e um pouco de fígado cozido e esmagados à mão, as carnes previamente desfiadas e um pouco de cominhos.
Mistura-se tudo e deixa-se cozer.
Servem-se as papas em tigelas, polvilhadas com mais cominhos.
As quantidades de farinha e das carnes são facultativas, mas é imprescindível, para umas boas papas de sarrabulho, que levem todos estes ingredientes.

segunda-feira, agosto 02, 2010

Mas que fim-de-semana!!!!!!! The best

Este fim-de-semana, algumas de nós fomos fazer uma incursão aos Tempos Medievais e como sempre, não demos nada nas vistas. O sábado começou por um almoço na praia do Furadouro, com umas lulas grelhadas e umas sobremesas para emagrecer. Fotos e mais fotos, desta feita com a minha filha, um passeio pela marginal e um bom bocado em casa dos meus pais a fazer horas para o calor acalmar.

Lá fomos todos de charolas até terras de Santa Maria, para mais umas diabruras e umas sessões terapêuticas de gargalhadas. Todas já repetentes netas lides, somente a Matriarca Cacildinha era noviça. Mas logo ficou mais espevitada do que nós. À chegada fomos marcar o jantar com os Frades no Convento dos Lóios, não fosse esgotar tão saboroso manjar.
Entre conversas e gargalhadas, fomos ao tão famoso banho de relaxamento, de pernas e pés. Diga-se de passagem, um pouco diferente do habitual. Mais resguardado das vistas alheias, mas também mais interessante para as divertidas diabruras. Não posso aqui dizer o que se passou, porque ainda há mais meninas para receber e perdia a piada. Tomámos o chá refasteladas nos belíssimos espaços de relaxamento e ficámos com os músculos abdominais um tanto doridos de tanto descanso. Só acalmámos quando o elegante senhor da harpa chegou e nos tocou e cantou algumas das cantigas da época.

Chegaram as nove horas, hora de jantar e lá fomos para o convento. Seguimos todos os passos do ritual religiosamente, sempre acompanhadas do nosso Frade, por sinal nada mal-encarado.Entrámos nos claustros, lavámos as mãos nas pias de pedra e deram-nos uma toalha para as limpar, o que seria também o nosso guardanapo.

Fomos conduzidas aos nossos lugares e como de Época Medieval se tratava, há que rezar e agradecer antes da refeição. A partir de tão alto momento, até ao término do jantar um tanto mais cedo, por nossa causa, já podem imaginar! A minha empada tinha fugido e logo reclamei. Em vez de uma, apareceram duas. O caldo comido com colher de pau, escorria pelos lados e a colher quase não entrava na boca. Os jarros todos iguais, era difícil de saber qual o que tinha o quê, na escuridão, apenas à luz das velas. Enquanto decorria tão delicioso jantar composto por: um caldo de couves e feijões, uma empada de galinha em miniatura, um pão avó, um queijinho, água, limonada ou vinho e um cachinho de uvas, os Frades rezavam e cantavam, e nós não conseguíamos parar de rir, perante toda aquela encenação. A Cacilda só dizia: Cinda não diga mais nada que já não posso mais. Mas que jantarada! A certa altura, a minha filha, sempre muito compenetrada, pergunta se eram mesmo Frades e aí o pano caiu por completo, que até o Clero se desmanchou. Foi aí que o Frade Mor, teve que dar o jantar por findo, antes que mais alguma coisa descambasse, pois eram vinte e quatro pessoas à mesa e havia que manter o respeito. Como não tinha comido a fruta, troce as uvas e comi pelo caminho.

Dali, fomos para o recinto da feira comer uns doces e como estava super lotado, fomos tomar lugar para ver um dos espectáculos, já assim quase que só vimos as cabeças e pouco mais. Já noite dentro, o regresso a Ovar para pernoitar. No domingo, passeámos a pé pela cidade, almoçámos no pátio em casa dos meus pais. A Isabel Lencastre e a Inês, regressaram a casa no comboio das cinco da tarde e nós fomos dar um passeio até à Torreira e S. Jacinto, locais que ainda não eram conhecidos dos visitantes. Muito mais havia para contar!!!!! Vou ficar à espera do próximo fim-de-semana, para que seja surpresa, a quem ainda virá.